

O valor de não saber: uma perspetiva fenomenológica sobre a memória no trabalho com o trauma
Perante uma memória de trauma, a tentação é compreender depressa: dar-lhe um nome, encaixá-la num modelo. Mas e se o significado não estivesse já lá dentro, à espera de ser encontrado — e se se formasse, antes, no tempo, através da presença de quem acompanha? Um artigo sobre fenomenologia, Biossíntese e o valor clínico de saber esperar.


































